Furacão Maria avança sobre o Caribe com força de categoria 5

É o segundo grande furacão a passar sobre o Caribe em 15 dias

O oceano Atlântico Norte continua muito agitado. Três ciclones tropicais podiam ser observados no dia 18 de setembro de 2017. O pior deles, o furacão Maria, se intensificou e atingiu a categoria 4 da escala Saffir-Simpson durante a tarde e passou para categoria 5 à noite, o máximo desta escala que mede a força dos furacões.

Maria avança com fúria em direção a Porto Rico, com ventos que já superavam os 200 km/h. A depressão tropical Lee enfraquece cada vez mais e a previsão é de que se dissipe em no máximo 24 horas. O furacão José também enfraqueceu e não afeta diretamente o continente, mas no começo da noite do dia 18 de setembro ainda era um sistema de categoria 1 e provocava ondas perigosas na costa leste dos Estados Unidos . José tinha ventos constantes de 120km/h às 21 UTC (18h em Brasília), segundo o NHC.

Maria: furacão extremamente perigoso
Assim o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) se referia ao furacão Maria no boletim meteorológico público das 21 UTC (18h em Brasília). Mas no boletim das 00 UTC do dia 19 de setembro (21h do dia 18 de setembro, em Brasília), Maria foi considerado um furacão potencialmente catastrófico.

Às 00 UTC do dia 19 de setembro (21h do dia 18 de setembro, em Brasília), o centro de Maria estava a 25 km a leste-sudeste da ilha Dominica e a 70 km a norte da ilha Martinica, ambas nas Pequenas Antilhas . O furacão se movimentava para oeste/noroeste com cerca de 15 km/h, com ventos constantes de 260 km/h e rajadas mais intensas. A pressão atmosfércia mínima no centro do furacão era de 925 hPa.

A imagem de satélite de 00h45 UTC de 19/07/2017 (21h45 de 18/09/017, em Brasília) não deixava dúvida: o poderoso furacão Maria passaria exatamente sobre a ilha Dominica.

Fonte.: Terra

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